Se de repente crio asas
Quero aprender a voar
E só pousar de vez em quando
Num rápido descanso pairar.
E não posso escolher um lugar
Se o horizonte me pertence.
Sou infinita...
Sempre, intensamente.
Por terra,
Não mais vejo nada,
Depois que aprendi
A olhar por cima da estrada.
Somente os ventos fortes,
Mentiras, Tempestades
E a covardia,
Me deixam de asas quebradas!
Meus espírito é livre.
Pereço se não puder decolar
E se tenho asas,
Não devo mais rastejar!

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