05 março 2007

"Sem Cura"

Enquanto imploro
Sobrevivo de migalhas,
Vendo quem valoriza nada!

Numa mente vazia
O egoísmo é quem dita
Atitudes esquisitas.

E fico triste
Visivelmente chateada
Minha aura transtornada.

Que me irrita
Tanta desordem e sujeira
Gente que so fala asneira!

(Não me acrescenta nada)

Tolerância,
Não consigo praticar
Vendo o descaso do lugar.

Abandonado e fétido,
Até mesmo o mais incrédulo
Passará a acreditar.

Desigualdade
É o Câncer da cidade
Onde escolhi morar!


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